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Transpus meu medo e o esvai em novas certezas. Confrontei minhas irrefutáveis concepções de um ideal singelo e inalcançável. Paguei minha língua por duvidar de tais expectativas. Paguei pra ver, e vi. O que de certa maneira trouxe uma nova visão que jamais existira. Sempre tive essas certezas meio que comparadas com esses neologismos ilógicos que por aí encontramos. Desafiei a mim, e me senti páreo para com as outras versões do meu eu. Hoje, tenho a plena convicção de que mudei que amadureci e transformei meus pequenos defeitos (ou inseguranças) em mera ocasionalidade do passado. Características estas que indispensavelmente fizeram do meu atual eu, alguém que eu possa me orgulhar. E nem mesmo a ausência – entenda essa ausência como um valor atribuído a saudade de uma pessoa de caráter ao teu lado e não uma boba saudade cotidiana – de certos amigos, de certos amores (vulgo ilusões) poderá ofuscar tal feito: de que hoje estou muito mais aí pra mim e minhas expectativas do que preocupado com minhas oníricas idealizações de alguém que jamais me tornaria. E sabe qual o segredo? Lutar pelo que se quer. Porque no caminho da guerra, que de fato encontramos a esperança que necessitamos nos agarrar.
This entry was posted on 16:21
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1 comentários:
"Porque no caminho da guerra, que de fato encontramos a esperança que necessitamos nos agarrar."
Muito foda, hein..
Muito bom post, tenho um problema meio assim, de encarar o que realmente tenho que encarar...
Um dia resolvo.
Abraço
Ivan Ryuji
http://blogdoryuji.blogspot.com/
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